A Coluna Prestes, também chamada de “A Grande Marcha”, durou cerca de dois anos (1925-1927). Formada por militares que já haviam se envolvido com movimentos rebeldes, cerca de 1.500 homens, liderados por Luís Carlos Prestes e Miguel Costa.
Pregava a tirada do presidente, mudança na área econômica e social da nação, nacionalização das empresas estrangeiras e aumento de salário dos trabalhadores. Lutava contra voto aberto, deficiência no ensino público, exigindo ensino primário à população.
Devido a seus ideais, foi perseguida por militares, policiais estaduais e pessoas que recebiam promessas do governo, como absorção dos crimes, caso ajudassem.
Durante sua propagação adentro do país, não teve nenhuma derrota significativa do governo. É considerada como “uma das mais prodigiosas façanhas militares da história das batalhas de guerrilha”. Mas, por não ter apoio total da população em rebeliões, pois o povo temia o governo, a coluna não tirou o governo vigente. Com o fim da Coluna no Brasil alguns membros continuaram com seus ideais na Bolívia e Paraguai.